Terça-feira 30 Janeiro/07
Leia Josué 24. 16-28
O propósito de Josué em servir a Deus tornou-se altamente motivador para o povo de Israel. Depois do discurso de despedida do líder, o povo reagiu com uma confissão de fé: “Nós também serviremos ao Senhor” (v. 18). Com isso, reconhecer Deus como aquele que fez maravilhas. Libertando-os da escravidão, guardando-os pelo caminho do deserto e entregando os outros povos em suas mãos (vv. 17,18a).
Mas só esta determinação não basta. Josué aponta, ainda, para a imoralidade da idolatria (v.19). Ela afasta de Deus, por isso é pecado. É, pois, urgente despir-se deste mal, tirá-lo para fora, mudar de atitude e de disposição, “Joguem fora” (v. 234), desafiou Josué, isto é, libertem-se daquilo que produz dependência doentia, dispam-se da escravidão sem sentido. Pois quem quer servir a Deus, que age na história e está presente na vida do seu povo, não necessita de falsos deuses para alimentá-lo.
Posso, até, pensar que isso não é comigo, que não sou desse tipo de pessoa. Não nos iludamos! Também nós temos os nosso ídolos, muitas vezes camuflados a ponto de não os percebermos. Pessoas que têm dificuldades de aceitar mudanças no modo de celebrar a fé, por exemplo, podem estar adorando um ídolo. Muitas vezes, fazem do Seu modo de celebração a única forma certa de viver a fé e um motivo de disputa e lutas intermináveis. Tornam-se insensíveis ao agir de Deus, não reconhecendo que servir ao Senhor é, também, despir-se de “vestimentas” que nós mesmos colocamos em que impedem uma renovação na vida de fé.
Ó Deus, abre os nosso olhos para percebermos os ídolos que nos afastam de ti e o que devemos jogar fora para Te agradar e Te servir melhor. Amém.
Extraído de: Meditações Diárias CASTELO FORTE 2006.
CULTO AO VIVO AOS DOMINGOS ÀS 10H00 E ÀS 19H00
www.pibrj.org.br
Leia Josué 24. 16-28
O propósito de Josué em servir a Deus tornou-se altamente motivador para o povo de Israel. Depois do discurso de despedida do líder, o povo reagiu com uma confissão de fé: “Nós também serviremos ao Senhor” (v. 18). Com isso, reconhecer Deus como aquele que fez maravilhas. Libertando-os da escravidão, guardando-os pelo caminho do deserto e entregando os outros povos em suas mãos (vv. 17,18a).
Mas só esta determinação não basta. Josué aponta, ainda, para a imoralidade da idolatria (v.19). Ela afasta de Deus, por isso é pecado. É, pois, urgente despir-se deste mal, tirá-lo para fora, mudar de atitude e de disposição, “Joguem fora” (v. 234), desafiou Josué, isto é, libertem-se daquilo que produz dependência doentia, dispam-se da escravidão sem sentido. Pois quem quer servir a Deus, que age na história e está presente na vida do seu povo, não necessita de falsos deuses para alimentá-lo.
Posso, até, pensar que isso não é comigo, que não sou desse tipo de pessoa. Não nos iludamos! Também nós temos os nosso ídolos, muitas vezes camuflados a ponto de não os percebermos. Pessoas que têm dificuldades de aceitar mudanças no modo de celebrar a fé, por exemplo, podem estar adorando um ídolo. Muitas vezes, fazem do Seu modo de celebração a única forma certa de viver a fé e um motivo de disputa e lutas intermináveis. Tornam-se insensíveis ao agir de Deus, não reconhecendo que servir ao Senhor é, também, despir-se de “vestimentas” que nós mesmos colocamos em que impedem uma renovação na vida de fé.
Ó Deus, abre os nosso olhos para percebermos os ídolos que nos afastam de ti e o que devemos jogar fora para Te agradar e Te servir melhor. Amém.
Extraído de: Meditações Diárias CASTELO FORTE 2006.
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